NA MÍDIA

REVISTA CONTRAMARCO

Edição de Maio / Junho de 2004 setor e respeitando o meio ambiente

Inovatta na midia 01
Inovatta na midia 02
Inovatta na midia 03

Inovatta na midia 04

Jornal
O Estado de São Paulo

Edição 28 de Novembro de 2004

NA MÍDIA

Última entrevista realizada com a Inovatta referente a acústica com algumas orientações para consumidores de janelas antirruído.

A poluição sonora nas grandes cidades supera, e muito, os índices que a OMS – Organização Mundial da Saúde preconiza como suportável pelos moradores do entorno. As janelas acústicas reduzem entre 30% e 50% o ruído que penetra nos ambientes. Mas é preciso conhecer as soluções para fazer a melhor escolha.

Tecnicamente, esquadria acústica é a que assegura uma redução mínima de ruído de 20 dB no ambiente em que está instalada. Mesmo antes desse produto ser contemplado por norma técnica brasileira sempre tivemos preocupação de superar esse índice. A NBR 10821 – Parte 4, que estabelece parâmetros de isolamento acústico, deve entrar em vigor no segundo semestre de 2012. Serão quatro níveis de desempenho acústico (A, B, C e D), sendo que o nível A é o que apresenta o melhor desempenho, com Rw acima de 30 dB. Ficarão classificadas com B, as esquadrias com isolamento entre 24 e 30 dB, e com C, entre 18 e 24 dB. Já as janelas que obtiverem nível inferior a 18 dB estarão na classe D, classificação que se extingue em dois anos e foi criada para estimular os fabricantes que ainda fazem produtos com esse padrão a se enquadrarem na norma técnica.

Ao buscar uma esquadria acústica, é imprescindível exercitar o conceito de custo X benefício, porque o preço de uma esquadria mais pesada e dotada de mais valores agregados não será o mesmo de uma janela convencional. Em seguida, saber escolher o modelo e o envidraçamento mais adequado para a redução acústica pretendida. Por último, é preciso identificar se essa alternativa otimizada se adapta à obra e, eventualmente à fachada existente. Partem daí algumas decisões técnicas e estéticas que a Inovatta oferece em cada caso.

Vale lembrar que há esquadrias (convencionais) que não oferecem qualquer solução de redução acústica, outras que atendem a uma redução suficiente para determinados ambientes, e há aquelas que, pelas suas características, reduzem sensivelmente o nível de ruído. Para cada caso, há que se definir a solução mais adequada. O cliente deve saber, portanto, que entre tantos ruídos que as esquadrias reduzem, não há como reduzir TOTALMENTE o ruído insistente dos cachorros de madrugada. Nem dos aviões. São ruídos que atingem uma larga faixa de frequência, cuja incidência não ocorre apenas através do vão em que a esquadria está instalada.

Qualquer parede (de tijolos, blocos, concreto, gesso) pode receber uma janela acústica desde que se observe sua resistência à fixação, aos esforços constantes e ao próprio peso da esquadria. Além disso, o mais importante é que cada tipo de estrutura tenha íntima relação com o resultado da redução acústica pretendida. Há casos em que, mesmo que a estrutura suporte a colocação da esquadria, sua capacidade de isolamento é menor do que a da esquadria. Neste exemplo, não se recomenda o investimento, pois não atingirá o resultado esperado.

A estética de uma janela acústica, na maioria dos casos, segue os padrões de beleza das esquadrias convencionais, assim como cuidado de uso e manuseio. Como a principal matéria prima que a Inovatta utiliza é sempre alumínio, suas janelas podem ser apresentadas com uma variada gama de cores, tanto no acabamento com pintura, como com anodização que igualmente protege seus perfis com uma fina camada superficial contra poluição e desgastes de uso.


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